
Escrevo o teu nome em todo o lado!
No canto duma folha de jornal,
(em lenços, guardanapos, é normal)
num vidro de janela embaciado.
Escrevo sempre em letra miudinha
num gesto de ternura recorrente.
A mão ao escrever quase que sente
o toque do teu corpo em cada linha.
Mas sempre foi assim desde o começo,
por tanto o repetir nunca te esqueço
e tenho-te na ponta dos meus dedos.
Nem sabes que te escrevo a toda a hora…
Nas folhas de papel que deito fora
vai sempre o maior dos meus segredos.
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