
Eu quero-te mas sempre dizes não.
Desejo-te até às escondidas
em noites de insónia, mal dormidas
em sonhos que me tiram a Razão.
Eu quero a vontade de querer,
eu amo a ideia de te amar,
suspiro e até me falta o ar,
invento-te se não te poder ver.
Escrevo febrilmente mais um verso,
construo meio louco um universo
aonde eu te tenho só para mim.
Depois mais um soneto magoado
até ficar doente, esgotado,
aqui nesta saudade sem ter fim.
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