
Agora já não conto carneirinhos
na hora de querer adormecer.
Poisei até o livro que ando a ler,
cortei o meu descanso em bocadinhos.
Prefiro imaginar-te ao meu lado,
deitada, ronronando em preguiça.
Nos olhos já me cresce a cobiça,
o corpo também cresce, excitado.
E passo a noite em branco, em conjecturas,
sonhando com teus beijos e ternuras,
carícias do teu corpo contra o meu.
Pior é quando chega a alvorada...
Acordo agarrado à almofada
e nada, nada disto aconteceu.
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