
Voltei, ao fim de todos estes anos,
de novo à idade dos “porquês?”
Perguntas que eu faço, mas não lês,
assim como não vês meus desenganos.
Demando a razão de um novo dia,
procuro pelo riso que não rio,
encontro este cansaço, este fastio
estranho o eclipsar da poesia.
Tacteio a confusão à minha volta,
na boca abafo um grito de revolta
encaro a solidão que me arrosta.
Não tenho soluções por mais que tente
e vejo aumentar à minha frente
a lista das perguntas sem resposta.
1 comentário:
Olá,Só para lhe dizer que não compreendo o porque de tanta incerteza e tanta angustia,quando pela frente tem mais 1 nova etapa... Vai ser avô... lembra-se :) Mande a tristeza embora e viva o presente mais positivamente com um sorriso no futuro. O.Alves
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